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Qual a importância e como montar uma reserva de emergência?

Se você quer garantir sua segurança e qualidade de vida, é fundamental fazer uma reserva de emergência. Esse é um fundo em que você guarda dinheiro para conseguir arcar com imprevisibilidades sem precisar fazer dívidas caríssimas.

Esse assunto é ainda mais relevante em momento de crise econômica generalizada, como a recentemente criada pela pandemia do coronavírus.

Quer saber por que essa reserva de emergência é tão importante e como montá-la? Eu explico tudo isso neste artigo! Ao final dessa leitura, você conseguirá ter dinheiro para arcar com as imprevisibilidades, saberá quanto juntar, onde deixar guardado e muito mais!

É importante montar uma reserva de emergência?

Todo mundo passa por situações inusitadas que geram dificuldades financeiras. Para que você consiga superar esses cenários e manter a sua qualidade de vida, é importante que ter uma quantia de dinheiro reservada especialmente para isso. Com isso, você suportará esse momento difícil mais tranquilamente.

Por exemplo, uma grande parte dos cidadãos brasileiros se deparará com demissão, suspensão do contrato de trabalho, perda de clientes ou falta de contratantes, entre outros acontecimentos que prejudicam a sua saúde financeira.

Essas são situações que você precisará de muito dinheiro. O resultado: acabará se endividamento e pode ter problemas ainda mais sérios, como ter o nome sujo.

Nessa situação, você arcará com juros e taxas absurdamente altas, principalmente se fizer um empréstimo bancário. Por outro lado, esses problemas serão facilmente evitados quando você monta uma reserva de emergência.

Quais são as melhores dicas para montar essa reserva?

Antes de partir para as dicas, é importante saber que qualquer pessoa pode fazer essa reserva, independentemente de sua renda individual ou familiar. Com isso em mente, leia as dicas a seguir!

Avaliar as receitas e despesas

O primeiro passo é anotar todas as suas receitas, que são todas as suas fontes de renda que você recebe, como salário do seu emprego, bolsa, pensão e trabalhos extraordinários — como vendas de produtos ou trabalho de final de semana.

Após, liste todas as suas despesas diárias, semanais e mensais. Exemplos delas são:

  • alimentação — o que também inclui lanches ocasionais;
  • materiais de limpeza, higiene e suprimentos;
  • transporte — seja de passagem de ônibus, seja de gasolina ou aplicativo de transporte e estacionamento;
  • roupas e acessórios;
  • lazer, como saídas de meio ou final de semana, viagens etc.;
  • saúde e cuidados pessoais, como academia ou prática de algum esporte, cabeleireiro, entre outros;
  • gastos com moradia, como aluguel, conta de luz, internet, telefone, gás, água e condomínio, entre outros.

Com essas listas em mãos, você saberá quais são as suas maiores fontes de ganhos. Por exemplo, saberá se o trabalho extra no final do dia ou da semana compensa ou não.

Também conseguirá identificar os gastos excessivos ou supérfluos e poderá eliminá-los — como lanches ocasionais ou saídas no meio da semana —, o que permite guardar mais dinheiro para formar a reserva.

Estabelecer um valor

Nessa etapa, eu vou mostrar como você pode saber a quantidade ideal de dinheiro para sua reserva. Esse montante não é fixo, pois depende do estilo de vida e do tipo de trabalho de cada pessoa. Confira o valor ideal para cada pessoa:

  • solteiro: se você tem uma fonte de renda única (fixa e de um emprego), o ideal é que você guarde o equivalente a 6 salários, assim, será possível se sustentar por um longo prazo se perder o emprego, por exemplo;
  • casal: reserve entre 4 e 5 salários, a quantia é menor pelo fato de que é pouco provável que as duas pessoas percam o emprego;
  • autônomo: se a renda do seu trabalho é variável, precisará de mais meses na reserva. Para quem é autônomo, por exemplo, o recomendado é que a reserva seja de 12 salários.

Criar metas de gastos

A terceira dica é criar metas de gastos, ou seja, estipular uma determinada quantia que você pode gastar e outra para guardar. Você pode aplicar, por exemplo, a técnica “50-20-30”, aqui cada número representa um percentual de sua renda:

  • 50% — despesas essenciais: metade de sua renda deve ser destinada para os gastos imprescindíveis e essenciais, como moradia, transporte, alimentação, vestuário, saúde etc.;
  • 20% — finanças: 20% da sua renda é usada para ajeitar sua vida financeira. Se você tem dívidas, por exemplo, use essa parte do salário para quitá-las. Depois de pagar os empréstimos, construa uma reserva para emergências;
  • 30% — qualidade de vida: o restante do valor (30%) será gasto para melhorar sua qualidade de vida, como lazer, jantares, saídas etc.

Definir onde guardar o dinheiro

Por fim, resta saber onde guardar o dinheiro da reserva de emergência. Muitas pessoas deixam o dinheiro na poupança, mas essa é uma opção com rendimentos ínfimos ou nulos, já que eles giram e torno de 4,26% ao ano, o que muitas vezes pode ser inferior à inflação (seu dinheiro perderá valor com o tempo).

Existem vários investimentos que são seguros, têm liquidez diária (podem ser retirados qualquer dia) e rendem mais que a poupança. Alguns exemplos desses investimentos são:

  • CDB (certificados de depósitos bancários): é um tipo de empréstimo feito ao banco. Os CDBs são títulos de renda fixa, ou seja, você sabe exatamente quanto receberá com o investimento;
  • tesouro direto: parecido com o CDB, mas o empréstimo é para o Governo Federal. Existem inúmeras opções com rendimentos melhores que a poupança e que o dinheiro pode ser retirado qualquer dia;
  • fundos de investimentos: aqui, um grupo de investidores se reúnem e cada um recebe uma cota. Há muitos fundos diferentes e alguns com liquidez diária.

Preciso seguir metas e revisar a reserva de emergência?

Se você juntar todo mês 20% do seu salário, é possível conseguir montar a reserva de emergência em cerca de 2 anos. Para isso, será preciso que você controle os seus gastos e siga a meta 50-20-30 durante todo esse período de tempo.

A tecnologia que o auxiliará a atingir seus objetivos é uma conta digital no aplicativo Ewally. Essa é a melhor conta digital do mundo, já que pode ser criada de forma rápida, fácil, sem burocracia e não tem consulta no SPC ou Serasa!

Ele permite que você recarregue um cartão pré-pago e o utilize para compras físicas e online. Isso evita gastos excessivos e problemas com cartão de crédito — como endividamento com crédito rotativo.

Lembre-se de sempre reavaliar a estratégia utilizada, já que o cenário econômico poderá ser alterado dependendo dos resultados da crise econômica — ela pode piorar ou melhorar. Se você aumentar sua renda, também deverá expandir a quantidade de dinheiro a ser guardado, por exemplo. 

Controlar o dinheiro não é nada fácil, mas fazer a reserva de emergência é fundamental para garantir que você passe por situações difíceis com segurança e tranquilidade. Por isso, aplique já essas dicas, use um bom aplicativo, cartão pré-pago e monte sua reserva!

Que tal melhorar ainda mais suas finanças? Leia este artigo que explica as 3 melhores táticas para um bom planejamento financeiro!

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